Em 07/02/2009 11:51, pl.pires escreveu:
FREQUENCIAS DO TEMPO. 13:20 E 12:30, 24:60.
O Calendário Maia, está sendo estudado por pessoas do mundo todo, atualmente chamado como Calendário da Paz de 13 Luas de 28 Dias, foi adaptado pelo calendário Maia antigo. Idealizado por José Argüelles, sendo uma adaptação moderna do antigo calendário Maia que possuía 13 meses (luas) de 20 dias.
Os maias usavam 17 calendários. Argüelles resolveu utilizar apenas 3 calendários: O Haab, o Tunuc e o Tzolkin. Para eles era algo além de um método de contagem de dias. Era um sistema de contagem de tempo. Que o tempo é essencialmente mental, de 4ª dimensão, ele influencia o mental de uma civilização e quanto mais precisa e sofisticada for essa contagem de tempo mais evoluída será a consciência desse povo.
O Calendário Gregoriano que foi adotado à partir de 15 de outubro de 1582, pelos Ocidentais ficou com o seu desenvolvimento mental e sua consciência acorrentada numa grosseira adaptação do princípio de todas as coisas chinês. Sendo um círculo em branco Wu Chi , depois foi fecundado pela criação; de onde surgem um traço ao meio que da origem ao Yin e ao Yang; que se movimentam dando origem a todas as coisas, cujo símbolo é o Tai Chi. Com esse princípio O Papa Gregório XVIII formulou o mecanismo do relógio que antes de 1582 possuía um ponteiro das horas, também era costume do homem utilizar o relógio do Sol. Foi o princípio da utilização da freqüência de 12:30 (12 horas e 30 minutos) ou seja ocultamente representando o Yin e o Yang; Tinha um círculo um ponto e o corte ao meio representando os ponteiros do relógio em movimento. Depois desta invenção e devido ao progresso da invenção foi decidido mudar de freqüência novamente para 24:60 (24 horas de 60minutos) nos ídos de 1700 foi adptado o relógio e usado os 12:30 para os meses e os dias. Criando no final uma ficção de 365 dias.O homem fica com uma espectativa para o término do ano. Com a criação do relógio mecânico de 12:30 foi duplicada sua capacidade de movimento antes dos 200 anos (chamados Cronocratores) 60,200,800.
Cronocratores: São ciclos que marcam o desenvolvimento dos Povos.
No meu entender não trata-se de incorporar um calendário que já está defasado. Mas aproveitar o ciclo de desenvolvimento que começou à partir da Viagem do homem ao Cosmos para marcar um novo calendário. Que ajude o homem a se encontrar com Deus, sendo menos mecanicista e correndo atrás do dinheiro como um louco. Com a mudança de 12:60 (fictícia e oculta, pois o dia passou a ter 24 horas de 60 minutos) o homem duplicou a capacidade e provocou um transe coletivo em toda a humanidade, que provoca uma amnésia e afeta as suas capacidades psíquicas como a telepatia e a mediunidade, com isso a Igreja condenou e puniu quem apresentasse as habilidades. O homem distorceu o tempo, tornando-o tridimensional , criando o lema "Tempo é dinheiro", trocando o tempo por dinheiro, e se não tiver o "dinheiro" não terá tempo.
Até 999dC. Não havia a espectativa de terminar o mundo. Segundo o estudo da Astrologia herdada pela civilização Greco-romana foi retomada e desenvolvida e pela cultura islâmica e traduzidos por Al-Kindi no século XI. Os cronacratores possuíam 3 conjunções: as pequenas que interviam a cada 20 anos; as médias, que ocorriam a cada 240 anos; e as grandes , que obdeciam a um ciclo de 960 anos. As 2 últimas estavam na origem de grandes transformações políticas e religiosas e marcavam o começo de uma nova era histórica. Por isso não há necessidade de pânico e afirmar que irá terminar o mundo. O nosso mundo ainda mais quando falam em globalização não tem motivos para criar essas histórias de terminar o mundo, mas devíamos aproveitar o ciclo que atualmente foi adaptado para 60,200,800 anos. Para marcar o tempo à partir da viagem ao Cosmos, que completará no ano de 2021, 60 anos de história. E esquecer de vez o Calendário Gregoriano. Que a partir das adaptações que ele foi fazendo ao longo dos tempos produziu uma aberração no século XX usando dos segredos que eram mantidos para usar a suástica da mesma forma que foi usado o mecanismo do relógio representando o homem trabalhando 24 horas sem para (os mecanismos do relógio formando uma cruz, representa os braços do homem e os pés trabalhando sem parar) e a suástica representavam o soldado marchando e brigando sem parar. Temos que acabar com essas coisas ocultas e segredos.
sábado, 7 de fevereiro de 2009
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
As frequências que foram mudadas ao longo do tempo. de 12:30 para 24:60 e o calendario gregoriano.

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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
sábado, 24 de janeiro de 2009
As cores através dos tempos...............



Algumas noções essenciais e fundamentais da cromologia serão colocadas: Através dos conhecimentos adquiridos, através dos tempos, por grandes pensadores habituados a encarar a cor não só como um fenômeno do mundo material, mas a compreendiam, explicavam como vibração cósmica dotada de extraordinário poder. Desde a mais remota antiguidade, os povos orientais interessavamse pelas cores não somente sob o ponto de vista estético,pelo esplendor com que adornam o ambiente, mas lhe atribuíam uma conotação sagrada, benéfica, curadora, delas se servindo para fins religiosos.
As cores nada mais são que as múltiplas longitudes das ondas de luz.
A luz é um aspecto particular, uma faixa de vibração eletromagnética, que se move no espaço a uma velocidade de trezentos mil quilômtros por segundo.
A ciência consegue medir os comprimentos de ondas: as sete cores fundamentais e suas combinações variam desde os 400mil milimícrons do violeta até os 800 mil milmícronas do vermelho, o que nos torna compreensível o fascínio e o poder estimulante desse tom.
As diversas tonalidades exercem, de acordo com seu respectivo comprimento-de-onda, uma grande influência no comportamento e nas atitudes humanas, que vão desde a produção de maior habilidade na solução de problemas, aumento de taxa muscular, distorção do sentido do tempo, exagero ou diminuição do peso dos objetos, efeitos calmantes ou excitantes em pessoas emocionalmente tensas, agitadas ou deprimidas, até seus efeitos definidos e variados sobre o sistema nervoso de modo iteiramente independente de nossos olhos ou mente, conforme já foi comprovado pelos cientistas modernos.
As cores se alinham a partir do vermelho a mais baixa na escala vibratória, pois vibra a 451 milhões de vezes por segundo até o violeta; além do violeta, a cor se torna imperceptível ao olho humano, porque a oscilação é tão diminuta e rápida que chega a interpenetrar os sólidos, fazendo com que as vibrações ultravioletas atravessem a lente do olho.
China,Japão, Índia, Tibet, Iran são alguns dos lugares onde as cores sempre foram consideradas e identificadas com o sagrado, sendo tarefa atribuída aos neófitos a exloração profunda e os variados efeitos de uma determinada cor. Já eram eles detentores de conhecimentos que ainda escapam aos cientistas ocidentais que ignoram completamente a tremenda influência exercida, sobre o Planeta e todas as formas de vida nele existentes, pelas vastas marés de cor cósmica, que bombardeiam diariamente em determinadas épocas.
Os hindus divinizavam as cores, interrelacionando-as com o som das letras, extraindo dessa dupla vibração energias sutis capazes de girar como um vórtice e influir enormemente na vida humana (em seus corpos, ambiente físico, astral, evolução espiritual, centros energéticos, etc.)
A vibração das cores é empregada para fins estreitamente relacionados com a saúde, equilíbrio e harmonia funcional, constituindo uma verdadeira ciência a escolha apropriada das tonalidades capazes de fornecer irradiações de vigor, energia, saúde, paz ao indivíduo que sabe captá-las adequadamente.http://br.wrs.yahoo.com/_ylt=A0WTf2ofUT1KPFoBnfH.6Qt./SIG=12nldtquv/EXP=1245618847/**http%3A//www.fiqueatento.com.br/clientes/espacozen/Cromoterapia02.jpg
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Origem dos Castilho
Júlio de Castilho
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Júlio de Castilho.
Busto de Júlio de Castilho, em Lisboa.Nota: Se procura o advogado, jornalista e político brasileiro, consulte Júlio Prates de Castilhos.
Júlio de Castilho, segundo visconde de Castilho, (Lisboa, 30 de Abril de 1840 — Lisboa, 8 de Fevereiro de 1919) foi um jornalista, poeta, escritor e político português, filho do escritor António Feliciano de Castilho. Distinguiu-se como olisipógrafo, publicando diversas obras sobre a cidade de Lisboa e juntando uma importante colecção pessoal de documentos sobre o tema, hoje depositada na Biblioteca Nacional de Lisboa.
Índice [esconder]
1 Biografia
1.1 Obras publicadas
2 Referências
3 Ligações externas
[editar] Biografia
Filho do escritor António Feliciano de Castilho e de sua segunda mulher D. Ana Carlota Xavier Vidal de Castilho e irmão do militar e político Augusto de Castilho, concluiu na Universidade de Coimbra o Curso Superior de Letras, enveredando cedo pela vida literária e pelo jornalismo, publicando poesia e diversas obras de carácter historio e bio-bibliográfico.
Foi primeiro-oficial da Biblioteca Nacional de Lisboa, desenvolvendo aí diversos trabalhos de investigação na área da bibliografia e da biografia.
Foi correspondente literário em Lisboa do Diário Oficial do Rio de Janeiro. As suas cartas saíam nos números dos domingos, tornando-se notáveis pela variedade e escolha dos assuntos científicos e literários, e pela elegância e elevação do estilo.
As suas actividades como jornalista levaram-no a fazer uma passagem pela política, sendo nomeado governador civil da Horta em Outubro de 1877. Exerceu estas funções até Fevereiro de 1878, sendo exonerado devido à mudança de partido do Governo em Lisboa. No ano seguinte (1878) foi nomeado para o mesmo cargo, mas no distrito de Ponta Delgada, mas não chegou a tomar posse do lugar.
O título de visconde de Castilho foi-lhe concedido em verificação de vida no de seu pai, por decreto de 1 de Abril de 1873.
Foi professor do Infante D. Luís e representou Portugal em Zanzibar.
Foi sócio efectivo da Associação dos Arquitectos e Arqueólogos Portugueses e sócio correspondente da Academia das Ciências de Lisboa, do Instituto de Coimbra, do Gabinete Português de Leitura de Pernambuco, do Instituto Vasco da Gama de Nova Goa e da Associação Literária Internacional de Paris.
Durante a sua passagem pelo Governo Civil da Horta foi feito sócio honorário do Grémio Literário Faialense e do Grémio Literário Artista da Horta.
[editar] Obras publicadas
Júlio de Castilho é autor de um vasto conjunto de obras, além de centenas de artigos dispersos pela imprensa da época. Eis alguns dos títulos mais representativos:
Estudo genealógico, biographico e litterario da familia Castilho, publicado no tomo III, da 2.ª edição das obras completas de seu pai.
Estudos sobre Camões, em 1863;
O senhor António Feliciano de Castilho e o senhor Anthero do Quental, Lisboa, 1865, 2.ª edição, 1866 (a propósito da questão do Bom senso e bom gosto);
Memórias dos vinte anos, fragmento, Lisboa, 1866 (a obra mereceu crítica favorável de Júlio César Machado e Jacinto Augusto de Freitas Oliveira, na Revolução de Setembro, de Novembro de 1867, e de Pinheiro Chagas, no Annuario do Archivo Pittoresco, do mesmo mês e ano;
Primeiros versos, Paris, 1867;
Antonio Ferreira, poeta quinhentista, estudos biographico litterarios, seguidos de excerptos do mesmo autor, Lisboa, 1875, 3 volumes;
D. Ignez de Castro, drama em 5 actos e em verso, Lisboa, 1875; seguido de notas históricas e de uma monografia acerca de Inês de Castro;
O ermiterio, collecção de versos, Lisboa, 1876;
Requerimento a sua magestade el-rei pedindo a abolição das touradas em Portugal, Lisboa, 1876 (apresentado em nome da Sociedade Protectora dos Animais);
Relatorio apresentado à Junta Geral do districto administrativo de Horta, pelo governador civil, visconde de Castilho, publicado em 1877;
Lisboa antiga (O Bairro Alto), Lisboa, 1879 (reeditado em 1903);
Lisboa antiga (Bairros orientaes), tomo I e II na Imprensa da Universidade de Coimbra, em 1884; tomos III e IV em 1885; tomo V, 1887; tomo VI, 1889; tomo VII, 1890;
Memorias de Castilho, tomo I (de 1800 a 1822); tomo II (de 1822 a 1831); 1881 (depois continuada no jornal O Instituto de Coimbra);
Os ultimos trinta annos, por César de Cantu, tradução, Lisboa, 1880;
Jesu Christo, por Luiz Veuillot, tradução, Paris, 1881;
O archipelago dos Açôres, Lisboa, 1886;
Ilhas Occidentaes do Archipelago Açoriano, Lisboa, 1886;
Manuelinas (cancioneiro), Lisboa, 1889;
Apontamentos para o elogio historico do Ill.mo e Ex.mo Sr. Iqnacio de Vilhena Barbosa, lidos na sessão solemne da Real Associação dos Architectos e Archeologos portuguezes em 10 de maio de 1891, Lisboa, 1891;
A ribeira de Lisboa, descrição histórica da margem do Tejo desde a Madre de Deus até Santos-o-Velho, Lisboa, 1893;
D. António da Costa, quadro biographico litterario, Lisboa, 1895;
O christianismo e o operariado, conferência na Associação Protectora dos Operários em 27 de Abril de 1897, Lisboa, 1897;
Elogio historico do arquitecto Joaquim Possidonio Narciso da Silva, proferido em sessão solemne da Real Associação dos Architectos e Archeologos portuguezes em 28 de Março de 1897, Lisboa, 1897;
A mocidade de Gil Vicente, o poeta, quadros da vida portugueza nos séculos XV e XVI, Lisboa, 1897;
Amores de Vieira Lusitano, Lisboa, 1901;
Os dois Plinios (Estudos da vida romana), Lisboa, 1906.
[editar] Referências
Rebelo, Ernesto; O Visconde de Castilho (1877) in Arquivo dos Açores, volume IX, Ponta Delgada, 1980 (reedição facsimilada pela Universidade dos Açores), pp. 91-93.
[editar] Ligações externas
Júlio de Castilho no Portugal - Dicionário Histórico.
Leituras da Antiguidade: Os dois Plínios de Júlio de Castilho.
Busto de Júlio de Castilho.
{{Nome da predefinição
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Júlio de Castilho.
Busto de Júlio de Castilho, em Lisboa.Nota: Se procura o advogado, jornalista e político brasileiro, consulte Júlio Prates de Castilhos.
Júlio de Castilho, segundo visconde de Castilho, (Lisboa, 30 de Abril de 1840 — Lisboa, 8 de Fevereiro de 1919) foi um jornalista, poeta, escritor e político português, filho do escritor António Feliciano de Castilho. Distinguiu-se como olisipógrafo, publicando diversas obras sobre a cidade de Lisboa e juntando uma importante colecção pessoal de documentos sobre o tema, hoje depositada na Biblioteca Nacional de Lisboa.
Índice [esconder]
1 Biografia
1.1 Obras publicadas
2 Referências
3 Ligações externas
[editar] Biografia
Filho do escritor António Feliciano de Castilho e de sua segunda mulher D. Ana Carlota Xavier Vidal de Castilho e irmão do militar e político Augusto de Castilho, concluiu na Universidade de Coimbra o Curso Superior de Letras, enveredando cedo pela vida literária e pelo jornalismo, publicando poesia e diversas obras de carácter historio e bio-bibliográfico.
Foi primeiro-oficial da Biblioteca Nacional de Lisboa, desenvolvendo aí diversos trabalhos de investigação na área da bibliografia e da biografia.
Foi correspondente literário em Lisboa do Diário Oficial do Rio de Janeiro. As suas cartas saíam nos números dos domingos, tornando-se notáveis pela variedade e escolha dos assuntos científicos e literários, e pela elegância e elevação do estilo.
As suas actividades como jornalista levaram-no a fazer uma passagem pela política, sendo nomeado governador civil da Horta em Outubro de 1877. Exerceu estas funções até Fevereiro de 1878, sendo exonerado devido à mudança de partido do Governo em Lisboa. No ano seguinte (1878) foi nomeado para o mesmo cargo, mas no distrito de Ponta Delgada, mas não chegou a tomar posse do lugar.
O título de visconde de Castilho foi-lhe concedido em verificação de vida no de seu pai, por decreto de 1 de Abril de 1873.
Foi professor do Infante D. Luís e representou Portugal em Zanzibar.
Foi sócio efectivo da Associação dos Arquitectos e Arqueólogos Portugueses e sócio correspondente da Academia das Ciências de Lisboa, do Instituto de Coimbra, do Gabinete Português de Leitura de Pernambuco, do Instituto Vasco da Gama de Nova Goa e da Associação Literária Internacional de Paris.
Durante a sua passagem pelo Governo Civil da Horta foi feito sócio honorário do Grémio Literário Faialense e do Grémio Literário Artista da Horta.
[editar] Obras publicadas
Júlio de Castilho é autor de um vasto conjunto de obras, além de centenas de artigos dispersos pela imprensa da época. Eis alguns dos títulos mais representativos:
Estudo genealógico, biographico e litterario da familia Castilho, publicado no tomo III, da 2.ª edição das obras completas de seu pai.
Estudos sobre Camões, em 1863;
O senhor António Feliciano de Castilho e o senhor Anthero do Quental, Lisboa, 1865, 2.ª edição, 1866 (a propósito da questão do Bom senso e bom gosto);
Memórias dos vinte anos, fragmento, Lisboa, 1866 (a obra mereceu crítica favorável de Júlio César Machado e Jacinto Augusto de Freitas Oliveira, na Revolução de Setembro, de Novembro de 1867, e de Pinheiro Chagas, no Annuario do Archivo Pittoresco, do mesmo mês e ano;
Primeiros versos, Paris, 1867;
Antonio Ferreira, poeta quinhentista, estudos biographico litterarios, seguidos de excerptos do mesmo autor, Lisboa, 1875, 3 volumes;
D. Ignez de Castro, drama em 5 actos e em verso, Lisboa, 1875; seguido de notas históricas e de uma monografia acerca de Inês de Castro;
O ermiterio, collecção de versos, Lisboa, 1876;
Requerimento a sua magestade el-rei pedindo a abolição das touradas em Portugal, Lisboa, 1876 (apresentado em nome da Sociedade Protectora dos Animais);
Relatorio apresentado à Junta Geral do districto administrativo de Horta, pelo governador civil, visconde de Castilho, publicado em 1877;
Lisboa antiga (O Bairro Alto), Lisboa, 1879 (reeditado em 1903);
Lisboa antiga (Bairros orientaes), tomo I e II na Imprensa da Universidade de Coimbra, em 1884; tomos III e IV em 1885; tomo V, 1887; tomo VI, 1889; tomo VII, 1890;
Memorias de Castilho, tomo I (de 1800 a 1822); tomo II (de 1822 a 1831); 1881 (depois continuada no jornal O Instituto de Coimbra);
Os ultimos trinta annos, por César de Cantu, tradução, Lisboa, 1880;
Jesu Christo, por Luiz Veuillot, tradução, Paris, 1881;
O archipelago dos Açôres, Lisboa, 1886;
Ilhas Occidentaes do Archipelago Açoriano, Lisboa, 1886;
Manuelinas (cancioneiro), Lisboa, 1889;
Apontamentos para o elogio historico do Ill.mo e Ex.mo Sr. Iqnacio de Vilhena Barbosa, lidos na sessão solemne da Real Associação dos Architectos e Archeologos portuguezes em 10 de maio de 1891, Lisboa, 1891;
A ribeira de Lisboa, descrição histórica da margem do Tejo desde a Madre de Deus até Santos-o-Velho, Lisboa, 1893;
D. António da Costa, quadro biographico litterario, Lisboa, 1895;
O christianismo e o operariado, conferência na Associação Protectora dos Operários em 27 de Abril de 1897, Lisboa, 1897;
Elogio historico do arquitecto Joaquim Possidonio Narciso da Silva, proferido em sessão solemne da Real Associação dos Architectos e Archeologos portuguezes em 28 de Março de 1897, Lisboa, 1897;
A mocidade de Gil Vicente, o poeta, quadros da vida portugueza nos séculos XV e XVI, Lisboa, 1897;
Amores de Vieira Lusitano, Lisboa, 1901;
Os dois Plinios (Estudos da vida romana), Lisboa, 1906.
[editar] Referências
Rebelo, Ernesto; O Visconde de Castilho (1877) in Arquivo dos Açores, volume IX, Ponta Delgada, 1980 (reedição facsimilada pela Universidade dos Açores), pp. 91-93.
[editar] Ligações externas
Júlio de Castilho no Portugal - Dicionário Histórico.
Leituras da Antiguidade: Os dois Plínios de Júlio de Castilho.
Busto de Júlio de Castilho.
{{Nome da predefinição
Município de Castilho-SP
Castilho
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Nota: Para outros significados de Castilho, ver Castilho (desambiguação).
Município de Castilho
[[Imagem:|250px|none|]]
"Paraíso do Pescador"
Brasão Bandeira desconhecida
Hino
Aniversário 10 de agosto
Fundação Não disponível
Gentílico castilhense
Lema
Prefeito(a) Joni Marcos Buzachero (PSDB)
Localização
20° 52' 19" S 51° 29' 16" O20° 52' 19" S 51° 29' 16" O
Unidade federativa São Paulo
Mesorregião Araçatuba IBGE/2008 [1]
Microrregião Andradina IBGE/2008 [1]
Região metropolitana
Municípios limítrofes Andradina (L), Itapura (N), Nova Independência (S), Paulicéia (S), São João do Pau d'Alho (S), Três Lagoas-MS (O)
Distância até a capital 650 quilômetros
Características geográficas
Área 1.062,653 km²
População 16.064 hab. est. IBGE/2008 [2]
Densidade 14,3 hab./km²
Altitude 365 metros
Clima Não disponível
Fuso horário UTC-3
Indicadores
IDH 0,76 médio PNUD/2000 [3]
PIB R$ 914.334 mil IBGE/2005 [4]
PIB per capita R$ 60.308,00 IBGE/2005 [4]
Castilho é um município brasileiro do estado de São Paulo. Localiza-se a uma latitude 20º52'20" sul e a uma longitude 51º29'15" oeste, estando a uma altitude de 365 metros. Sua população estimada em 2004 era de 15.122 habitantes.
Possui uma área de 1062,6 km².
Índice [esconder]
1 História
2 Demografia
2.1 Hidrografia
2.2 Rodovias
3 Administração
4 Referências
5 Ligações externas
[editar] História
Em 1934, Armel de Miranda veio para esta região, conseguindo, através da família Ferreira Brito, a doação de um terreno para formar o patrimônio. Outros povoadores aí se fixaram abrindo pequenas lavouras.
Nessa época, chegou à povoação, então conhecida por Vila Cauê, o engenheiro da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, Alfredo Castilho, chefe dos trabalhadores que implantavam a Estrada de Ferro Noroeste do Brasil na região, ligando os Estados de São Paulo e Mato Grosso (hoje Mato Grosso do Sul), cruzando o rio Paraná na Ponte Francisco de Sá.
Em 1937, os trilhos já tinham sido implantados, assim como a estação denominada Alfredo Castilho, ao lado da qual se formou a povoação que teve importante função comercial na integração da ferrovia com a navegação do rio Paraná. Novos contigentes de povoadores vieram se fixar, aumentando o patrimônio e lavouras da região, dedicadas às culturas de algodão, milho, arroz, feijão e amendoim.
Em 1944, a povoação passou a denominar-se Castilho.
A grande fase de desenvolvimento da comunidade iniciou-se somente por volta de 1965 com os serviços de terraplanagem e construção da Usina de Jupiá, atual Usina hidrelétrica Engenheiro Sousa Dias, integrante do complexo de Urubupungá, inaugurado em 1969. O represamento das águas do Rio Paraná evitou as constantes inundações das terras cultivadas, aliando ainda, a irrigação destas, propiciando altas produções agrícolas.
[editar] Demografia
Dados do Censo - 2000
População Total: 14.948
Urbana: 11.959
Rural: 2.989
Homens: 7.470
Mulheres: 7.478
Densidade demográfica (hab./km²): 14,07
Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 13,92
Expectativa de vida (anos): 72,29
Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 1,89
Taxa de Alfabetização: 85,09%
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,760
IDH-M Renda: 0,648
IDH-M Longevidade: 0,788
IDH-M Educação: 0,844
(Fonte: IPEADATA)
[editar] Hidrografia
Rio Tietê
Rio Paraná
Rio Aguapeí
[editar] Rodovias
SP-300
[editar] Administração
Prefeito: Joni Marcos Buzachero (2005/2008)
Vice-prefeito: Dr Antonio
Presidente da câmara: (2007/2008)
Referências
↑ 1,0 1,1 Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
↑ Estimativas da população para 1º de julho de 2008 (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de agosto de 2008). Página visitada em 5 de setembro de 2008.
↑ Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
↑ 4,0 4,1 Produto Interno Bruto dos Municípios 2002-2005. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (19 de dezembro de 2007). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
[editar] Ligações externas
Página da prefeitura
Castilho no WikiMapia
Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Castilho"
Categoria: Municípios
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Nota: Para outros significados de Castilho, ver Castilho (desambiguação).
Município de Castilho
[[Imagem:|250px|none|]]
"Paraíso do Pescador"
Brasão Bandeira desconhecida
Hino
Aniversário 10 de agosto
Fundação Não disponível
Gentílico castilhense
Lema
Prefeito(a) Joni Marcos Buzachero (PSDB)
Localização
20° 52' 19" S 51° 29' 16" O20° 52' 19" S 51° 29' 16" O
Unidade federativa São Paulo
Mesorregião Araçatuba IBGE/2008 [1]
Microrregião Andradina IBGE/2008 [1]
Região metropolitana
Municípios limítrofes Andradina (L), Itapura (N), Nova Independência (S), Paulicéia (S), São João do Pau d'Alho (S), Três Lagoas-MS (O)
Distância até a capital 650 quilômetros
Características geográficas
Área 1.062,653 km²
População 16.064 hab. est. IBGE/2008 [2]
Densidade 14,3 hab./km²
Altitude 365 metros
Clima Não disponível
Fuso horário UTC-3
Indicadores
IDH 0,76 médio PNUD/2000 [3]
PIB R$ 914.334 mil IBGE/2005 [4]
PIB per capita R$ 60.308,00 IBGE/2005 [4]
Castilho é um município brasileiro do estado de São Paulo. Localiza-se a uma latitude 20º52'20" sul e a uma longitude 51º29'15" oeste, estando a uma altitude de 365 metros. Sua população estimada em 2004 era de 15.122 habitantes.
Possui uma área de 1062,6 km².
Índice [esconder]
1 História
2 Demografia
2.1 Hidrografia
2.2 Rodovias
3 Administração
4 Referências
5 Ligações externas
[editar] História
Em 1934, Armel de Miranda veio para esta região, conseguindo, através da família Ferreira Brito, a doação de um terreno para formar o patrimônio. Outros povoadores aí se fixaram abrindo pequenas lavouras.
Nessa época, chegou à povoação, então conhecida por Vila Cauê, o engenheiro da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, Alfredo Castilho, chefe dos trabalhadores que implantavam a Estrada de Ferro Noroeste do Brasil na região, ligando os Estados de São Paulo e Mato Grosso (hoje Mato Grosso do Sul), cruzando o rio Paraná na Ponte Francisco de Sá.
Em 1937, os trilhos já tinham sido implantados, assim como a estação denominada Alfredo Castilho, ao lado da qual se formou a povoação que teve importante função comercial na integração da ferrovia com a navegação do rio Paraná. Novos contigentes de povoadores vieram se fixar, aumentando o patrimônio e lavouras da região, dedicadas às culturas de algodão, milho, arroz, feijão e amendoim.
Em 1944, a povoação passou a denominar-se Castilho.
A grande fase de desenvolvimento da comunidade iniciou-se somente por volta de 1965 com os serviços de terraplanagem e construção da Usina de Jupiá, atual Usina hidrelétrica Engenheiro Sousa Dias, integrante do complexo de Urubupungá, inaugurado em 1969. O represamento das águas do Rio Paraná evitou as constantes inundações das terras cultivadas, aliando ainda, a irrigação destas, propiciando altas produções agrícolas.
[editar] Demografia
Dados do Censo - 2000
População Total: 14.948
Urbana: 11.959
Rural: 2.989
Homens: 7.470
Mulheres: 7.478
Densidade demográfica (hab./km²): 14,07
Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 13,92
Expectativa de vida (anos): 72,29
Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 1,89
Taxa de Alfabetização: 85,09%
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,760
IDH-M Renda: 0,648
IDH-M Longevidade: 0,788
IDH-M Educação: 0,844
(Fonte: IPEADATA)
[editar] Hidrografia
Rio Tietê
Rio Paraná
Rio Aguapeí
[editar] Rodovias
SP-300
[editar] Administração
Prefeito: Joni Marcos Buzachero (2005/2008)
Vice-prefeito: Dr Antonio
Presidente da câmara: (2007/2008)
Referências
↑ 1,0 1,1 Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
↑ Estimativas da população para 1º de julho de 2008 (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de agosto de 2008). Página visitada em 5 de setembro de 2008.
↑ Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
↑ 4,0 4,1 Produto Interno Bruto dos Municípios 2002-2005. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (19 de dezembro de 2007). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
[editar] Ligações externas
Página da prefeitura
Castilho no WikiMapia
Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Castilho"
Categoria: Municípios
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